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Informações

 
   
  Categoria: Lavouras  

<font face=AVEIA:  (avena sp.)  1 – Descrição da planta:A aveia é uma planta monocotiledônea da família das gramíneas, seu gênero é sativa. Como espécie mais comum citamos a aveia branca  (avena Sativa L.), a aveia preta (avena Strigosa Schreb) e a aveia amarela (avena Byzantina C. Koch).É uma gramínea anual com colmos cilíndricos, eretos e glabos          (sem pêlos), suas raízes são do tipo fasciculadas. Distinge-se das demais poaceae devido a presença de grandes lígulas e ausência de aurículas. Realiza-se o cultivo da aveia com a finalidade de se produzirem grãos (aveia branca), forragem verde, feno, silagem e Adubação verde – cobertura (aveia preta). Os grãos de aveia são destinados ao arraçoamento animal e atualmente 20 % da produção mundial para alimentação humana. 2 - Clima:A aveia é uma cultura de inverno que pode ser cultivada tanto ao nível do mar ou até a 1000m acima. É resistente a baixas temperaturas e também a pequenas estiagems. Umidade e temperaturas altas favorecem o aparecimento de moléstias. 3 - Solo:O solo mais propício à cultura é o que apresentam boa drenagem, pouca acidez, boas características físico-químicas (pH de 5,5 a 6,0) e boa fertilidade. Possui alta relação C/N, ou seja, decompõe-se devagar.Para implantar a lavoura de aveia é importante levar em conta a sistematização da área, correção da acidez do solo, descompactação do solo, planejamento do sistema de R.C., e manejo de restos culturais da cultura anterior e de culturas de cobertura verde do solo. 4 - Adubação:A Adubação da cultura da aveia varia muito, dependendo do tipo de solo que apresentar o terreno, grau de acidez, teor de matéria orgânica, e  conforme estabelecer a análise. Amostras de solo devem ser feitas a cada 3 anos. Em P.D. consolidado deve-se amostrar o solo de 0 a 10 cm de profundidade determinando assim o teor de M.O e a disponibilidade de Ca, Mg, P, K, acidez e teor de Al entre as camadas.A calagem objetiva reduzir a acidez do solo e a concentração de elementos tóxicos como Al+++ e Mn++. A aplicação de calcário possibilita melhor aproveitamento de fertilizante como Ca, Mg, P e alguns micro nutrientes. No sistema de P.D. a dose de calcário é determinada pela análise feita na camada de 0 a 10 cm de profundidade. A - Adubação nitrogenada:De 10 a 20 kg / ha de N do total recomendado devem ser aplicados na semeadura e o restante em cobertura no início do afilhamento (4º folha visível). Devem ser considerados: histórico da área, disponibilidade de água no solo, temperatura do ar e do solo, época de semeadura, estatura das plantas e sensibilidade ao acamamento, incidência de moléstias e potencial de rendimento esperado.         O inadequado manejo de N pode aumentar o acamamento de plantas. Existem variedades resistentes ao acamamento. Quando a cultura antecedente for o milho deve-se aplicar maior quantidade de N na semeadura para suprir as necessidades dos microorganismos decompositores da palha pois o milho tem alta relação C/N.OBS: Para rendimentos esperados elevados, a cultura deve ser bem suprida na fase inicial (após a emergência) e na fase do início do alongamento dos entre nós. B - Adubação potássica:         Verificar a recomendação da adubação com K no livro “indicações técnicas para a cultura da aveia”  5 - Época de plantio: 

FinalidadeÉpoca
Para produção de forragem verde (pasto), silagem, feno e cobertura do soloMarço – abril
Para a produção de grãosDe 15 de maio a 15 de junho
   6 - Densidade:Ø Para a produção de forragem (pasto) e cobertura do solo:       * Espaçamento: 17 a 20 cm  * 60 a 75 sementes / m.l.* 350 a 400 sementes p/m2                   * Aproximadamente 60 a 70 kg / haØ Para a produção de grãos:* Espaçamento:  17 a 20 cm* 200 a 300 sementes p/m2       * 35 a 60 sementes p / m.l.       * Aproximadamente 60 kg de sementes p/ha 7 - Profundidade: 2 a 4 cm 8 - Variedades: A escolha de uma cultivar deve considerar não somente a sua potencialidade para o rendimento de grãos como também reação à suscetibilidade ao acamamento, às moléstias - especialmente às ferrugens, geadas, ciclos e qualidade industrial.OBS: O ciclo médio das cultivares varia de 107 a 148 dias. 09 - Colheita e armazenamento:10.1 - Utilização da aveia na produção animal:# Verde no cocho: corte verde e fornecimento aos animais.# Pastejo: inicia quando a planta atinge aproximadamente 30 cm de altura (45 a 60 dias após a semeadura). Utilizar um pastejo rotativo com cerca elétrica em intervalo de 20 a 35 dias pois oferece mais vantagem em relação ao pastejo contínuo. Deixar os animais sobre o pasto até a aveia ficar com uma altura de 10 cm. A aveia bem manejada pode suportar de 2,5 a 3 animais de 450 kg / ha e permitir um ganho de peso de 1 kg/dia/animal.OBS: Quando for plantar culturas de verão em cima da aveia pastoreada, deve-se deixar 45 dias antes do plantio sem colocar nenhum animal.# Feno: A fenação é o processo de conservação que consiste em reduzir o teor de umidade da aveia para 15 a 25 %. Deve ser ceifado antes de iniciar a formação de grãos (florescimento e grão leitoso). Pode-se conseguir de 5 a 10 ton/ha de M.S. com 10 a 13 % de P.B.# Silagem: Vários fatores influenciam a fermentação que transforma a massa verde em silagem. Técnicas de ensilagem e fechamento, nível de compactação, presença de ar, temperatura do silo e tempo de armazenamento são alguns desses fatores. A espécie forrageira, o nível de umidade, a fertilidade do solo, o estádio de desenvolvimento da planta e a sua composição química também influenciam no processo.A ensilagem de aveia, com teor de M.S. inferior a 19 %, não é recomendada, por provocar a ocorrência de fermentação clostrídica. A pré-secagem de aveia acima de 40 % de M.S. é eficiente no sentido de reduzir as perdas nitrogenadas no silo, sendo que o aumento do teor de M.S. restringe a fermentação como um todo. O corte da aveia para ensilar pode ser feito no estádio de floração plena, pois este é o momento de mais alto teor de açúcar, fundamental para que ocorra o processo fermentativo.A pré-secagem deve ser feita para eliminar o excesso de umidade, deixando o material durante 2 a 4 hs ao sol após o corte. Se o corte for realizado no estádio de grão pastoso, não será necessária a pré-secagem, pois o teor de umidade estará no ponto ideal para a ensilagem. Neste caso a silagem manterá o valor energético, mas será menor o seu teor de proteína. Consorciação:@ Aveia + trevo subterrâneo (plantar soja ou milho)@ Aveia + ervilhaca (plantar soja ou milho) @ Aveia + azevém@ Aveia + trevo vesiculoso@ Aveia + trevo vermelho@ Aveia + trevo branco@ Aveia + cornichão 10.2 – Utilização de grãos:Para a produção de grãos, inicia-se a colheita quando a umidade do grão atingir mais ou menos 15%. A temperatura de secagem não deve ultrapassar 50oC e os grãos devem ser armazenados com 13% de umidade." width="160" height="120"/>

  A cultura da Aveia
18/04/2012
 
 
AVEIA: 
     
     
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  Categoria: Lavouras  

<strong><span style=A Cultura do milho: (Zea mays)

Rudinei L. Richter e Rogério M. Richter

 

1 Descrição da planta:

Seu colmo é cilíndrico, de diâmetro variável, sendo maior nas plantas híbridas, apresentando numerosos entrenós recoberto pela bainha das folhas. As folhas são relativamente compridas e estreitas distribuídas de forma mais ou menos alternada (filotaxia alterna) com densidade que difere de acordo com a variedade ou híbrido. As flores são, masculina (pendão) e feminina (espiga). Os grãos apresentam-se dispostos na espiga, após a fecundação, em forma de carreiras sempre em número par.

O ciclo de desenvolvimento compreende três períodos:

·        Estádio vegetativo: Vai da semeadura até o aparecimento do pendão. O período entre semeadura e emergência varia de 5 a 12 dias dependendo da temperatura e umidade do solo, no entanto há uma redução de meio dia para cada 1ºC de aumento na temperatura do solo. Após 14 dias da sua emergência começam a surgir raízes secundárias que servirão para absorção de nutrientes e sustentação da planta. Nesse estádio a planta tem maior capacidade de se recuperar em caso de morte de folhas porém é o período de maior competição com as ervas daninhas.

·        Estádio reprodutivo: Vai do aparecimento do pendão até a polinização dos estigmas da espiga. Normalmente a emissão do pendão ocorre de 7 a 10 dias antes da emergência dos estigmas mas o pólen só é liberado 2 a 3 dias antes da emergência dos primeiros estigmas. Na espiga de milho pode haver a formação de 700 a 1000 óvulos pois a cultura é uma espécie de polinização cruzada. O pólen do pendão de uma planta não fecunda a espiga da mesma planta devido à incompatibilidade genética, inibindo a germinação do tubo polínico.

·        Formação e enchimento de grãos: Vai desde o espigamento até a maturação fisiológica que é ao redor de 60 dias, dependendo da variedade. O milho com 4 folhas ocorre a definição do rendimento de grãos. Com 8 folhas, o nº de fileiras, com 12 folhas, o tamanho da espiga e no estádio de grão leitoso, o peso dos grãos.O milho é um alimento energético, pois seu principal componente é o amido. A proteína normalmente encontrada é de 8 a 11 % sendo a principal proteína de sua composição a zeína que é pobre nos aminoácidos lisina e triptofano. Botanicamente o grão de milho é um fruto denominado de cariopse, em que o pericarpo está fundido com o tegumento da semente propriamente dito. A seguir, a composição do grão de milho.

FraçãoGrão%Amido%Proteína%Lipídios%Açúcares%Cinzas%
Grão inteiro 71,510,34,82,01,4
Endosperma82,386,49,40,80,60,3
Embrião11,58,218,834,510,810,1
Pericarpo5,37,33,71,00,30,8
Ponta0,85,39,13,81,61,6

2 Solo:

Prefere solos do tipo argilo-arenoso, ou seja, rico em M.O. e com boa permeabilidade à água e ao ar. O solo deve apresentar água em abundância e disponível para a planta no período crítico. Quanto à acidez, o milho à tolera, porém o melhor pH para o seu desenvolvimento é o situado na faixa de 6,0.

3 Clima:

O milho é uma gramínea (Poaceae) anual com ampla adaptação a diferentes condições de ambiente, requer temperatura alta ao redor de 24 a 30º C. Para cada 1º C de aumento de temperatura há redução de 5 a 6 dias do período compreendido entre a emergência e o espigamento pois é uma planta extremamente sensível ao fotoperíodo. Cada grau de temperatura média diária superior a 21 graus nos primeiros 50-60 dias após a semeadura, pode antecipar o florescimento de 2 a 3 dias, pois com o aumento da temperatura, aumenta a respiração celular da planta.            Temperaturas do solo inferiores a 10 graus e superiores a 42 graus prejudicam a germinação. Também temperaturas acima de 35-37 graus por mais de 3 hs seguidas reduzem o rendimento do milho e o teor protéico dos grãos pois afeta o processo de transformação do nitrogênio disponível para a planta. Temperaturas altas à noite (>24o C) promovem consumo energético demasiado e redução do ciclo da cultura em função da somatória térmica e consequentemente a queda do rendimento da cultura. No Rio Grande do Sul o regime térmico atende as suas exigências. É importante que a temperatura mínima no período vegetativo não baixe de 12º C  ficando assim 180 dias sem geadas. O ciclo de uma cultivar pode ser determinado em nº de dias entre a semeadura e a maturação fisiológica, porém o método mais adequado é o que leva em consideração as unidades de calor (U C) necessárias para a cultivar atingir o florescimento. U. C é a soma das unidades diárias de calor, a partir da emergência sendo calculada pela fórmula: U.C. = temp. máxima + temp.mínima -10ºC

OBS: Temperaturas máximas iguais ou superiores a 30ºC devem ser consideradas como 30ºC. Temperaturas mínimas iguais ou menores que 10ºC devem ser consideradas como 10ºC. A redução de 30 a 40 % da intensidade luminosa na fase vegetativa para o milho ocasiona um atraso na maturação dos grãos. Apenas com 50 % da intensidade luminosa no período de 15 dias antes e 15 dias após o florescimento, diminui 40 a 50 % do rendimento dos grãos. O Milho é uma das culturas mais afetadas pela inadequada disponibilidade hídrica, tanto no excesso quanto na escassez. Necessita de mais ou menos 400 a 600 mm de chuva em seu ciclo onde o período mais crítico é aquele entre 2 semanas antes do pendoamento e 3 a 4 semanas após o espigamento. A falta de grãos (não fecundação) na espiga, em especial na parte superior, é causada por alguns fatores tais como falta ou excesso de umidade na fase reprodutiva, frio intenso em qualquer fase e o ataque de pragas.

4 Cultivares:

Principais tipos de híbridos existentes:

Ø      Híbrido simples: resultante do cruzamento de duas linhagens.

Ø      Híbrido simples modificado: utiliza-se como genitor feminino um híbrido de duas linhagens irmãs com o genitor masculino de uma outra linhagem diferente.

Ø      Híbrido triplo: resultante do cruzamento de um híbrido simples com uma outra linhagem. Este também pode ser um triplo modificado.

Ø      Híbrido duplo: resultante do cruzamento de dois híbridos simples, sendo necessárias para isso, quatro linhagens diferentes.

Ciclo de cultivares existentes:

Ø      Super precoce

Ø      Semi precoce

Ø      Precoce

Ø      Tardias ou normais

Cada cultivar existente no mercado possui suas características, tanto do tipo de cruzamento como de seu ciclo, além de outras características da própria cultivar que deverão ser procuradas na recomendação de cada uma, pois entre uma variedade e outra, às vezes, há muita diferença.

5 Época de plantio:

A época de plantio da cultura do milho varia de 15 de agosto a 15 de janeiro, sempre atento às condições climáticas previstas para o desenvolvimento da cultura e facilitar a tomada da decisão sobre quando proceder à semeadura e em que densidade.

6 Profundidade de plantio:

Semeadura em solos úmidos e argilosos: 4 a 5 cm            Semeadura em solos secos e arenosos: 5 a 8 cm

Espaçamento:

Varia de 0,4 a 0,9 cm entre linhas e 3 a 5 sementes / metro linear.           

Vantagens do espaçamento reduzido:

Ø      Aumento da produtividade

Ø      Cobertura mais rápida do solo evitando as ervas daninhas

Ø      Maior absorção de luz solar e taxa fotossintética

Ø      Maior retenção de água pela menor evaporação

Ø      Melhor enraizamento e absorção de nutrientes

Ø      Plantadeiras para milho e soja 

De acordo com alguns experimentos a produtividade é maior utilizando 80.000 plantas / ha e 40 cm entre linhas. Cada cultivar de milho tem sua recomendação de população com os respectivos espaçamentos.

8 Densidade:

O nº ideal de plantas na lavoura depende de alguns fatores como disponibilidade de nutrientes, água e cultivar a ser empregada.

Densidade de plantas / ha Condições para utilização
20 a 30.000Cultivares tardias em zonas de baixa disponibilidade hídrica
30 a 40.000Cultivares precoces, semi precoce e super precoce em zonas de baixa disponibilidade hídrica
40 a 50.000Cultivares precoces, semi precoce e super precoce em zonas de média disponibilidade hídrica
50 a 60.000Cultivares precoces, semi precoce e super precoce em zonas de alta disponibilidade hídrica
60 a 70.000Cultivares precoces, semi precoce e super precoce em lavouras irrigadas e sob alto nível de manejo

Normalmente os sacos vêm com 60.000 sementes.

9 Colheita, secagem e armazenamento:

Logo após a formação, os grãos passam pela fase de grãos leitosos (milho verde), grãos em massa mole e grãos em massa dura até atingir a maturação fisiológica. Considera-se que o grão entrou em maturação fisiológica quando ele está com máximo acúmulo de matéria seca. Esta condição pode ser visualizada pela formação de uma camada preta na região em que os grãos estão inseridos ao sabugo. Cabe salientar também que deficiência hídrica, nutricional ou ocorrência de moléstias durante o período de formação e enchimento de grãos refletem-se em menor peso de grãos, caindo a produtividade.A cultura do milho atinge seu ponto de maturação fisiológica aproximadamente 60 dias após o florescimento com grãos apresentando umidade na faixa de 28 a 35 %. Neste ponto, a planta de milho tem 1,15 a 1,25 % de nitrogênio e o grão 1,4 a 1,7 %. Embora o grão esteja pronto, é recomendado retardar o processo de colheita, normalmente de 7 a 20 dias.  Para a colheita mecânica, a umidade ideal do grão é de 18 a 22 %. Normalmente a espiga produz 500 a 750 grãos / espiga, porém sobrevivem somente 400 a 500 grãos / espiga.Com relação a perdas na colheita, existem 4 tipos:

Ø      Perdas em espigas (pré-colheita)

Ø      Perdas em espigas (plataforma)

Ø      Perda de grãos soltos (no rolo picador ou rolo separador)

Ø      Perda de grãos no sabugo (cilindro / côncavo)

OBS: Perdas ao redor de 4% sobre a produtividade bruta são consideradas normais se analisarmos o total das perdas possíveis descritas acima. Perdas no retardamento de colheita (físicas e quantitativas) 

Dias após a maturação fisiológicaUmidade %Perdas %
06251,5
102302
202003
251805
301707
341609
401512

        Após a colheita, os grãos devem ser secados pois a umidade elevada dá condições ao desenvolvimento dos microorganismos e aumentam as perdas de peso devido ao aceleramento do processo respiratório dos grãos. Com o decorrente aumento da temperatura da massa de grão, o processo de deterioração é acelerado e as perdas de qualidade e quantidade sofrerão forte aumento. Em secagem mecânica para armazenamento a granel, a temperatura poderá ir até 140ºC, porém o melhor é trabalhar com no máximo 90ºC pois o grão não sofre um choque tão grande de temperatura, devido ao fato de que se forma um grande gradiente de umidade do interior da semente para a superfície. O ideal é que os grãos sejam armazenados com 13 a 14,5 % a granel e 14 a 15,5 % ensacados. Para o armazenamento, o milho poderá ser estocado nos seguintes tipos de silos:

Ø      Silos elevados de concreto (silo vertical); são os melhores por atenderem as exigências da qualidade da armazenagem.

Ø      Armazéns graneleiros; válidos para a estocagem de pouca duração e de fácil operação. O custo operacional é elevado por causa da energia e da manutenção dos equipamentos.

Ø      Armazéns convencionais; apresenta as seguintes vantagens: possibilidade de estocagem de diferentes produtos, controle fitossanitário eficaz. Sua desvantagem está no controle de ratos.

Ø      Célula metálica; apresenta como vantagem a rapidez da construção. Sua dificuldade encontra-se no controle fitossanitário e porque não possui aeração.

Ø      Armazém a nível de propriedade; menos aconselhadoØ      Armazém de alvenaria para espigas; permite a secagem natural.

Ø      Tonéis; destina-se a pequenos produtores

Ø      Silo graneleiro de alvenaria; é simples e de baixo custo

Ø      Paiol/silo/secador; destina-se a pequenos produtores

OBS: Para todos os tipos de silos, é aconselhável que se tenha um bom sistema de aeração pois principalmente em silos maiores, além da secagem é aconselhado fazer um manejo de eliminação do calor através da aeração.

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  Informações sobre o MILHO
08/10/2010
 
 
A Cultura do milho: (Zea mays)

 
     
     
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  Categoria: Suínos  

<strong>Manejo de Ambiente:</strong><br /><br />Segundo Le Divich (1989), a velocidade de crescimento dos suínos diminui de 10 a 40gr/dia com aumentos de temperatura entre 22 a 30ºC. Já Oliveira (1999), menciona que para cada 1ºC de aumento de temperatura ambiente entre 10 e 20ºC, corresponde a uma economia de 3,3 kg de alimento por suíno produzido. Atigo retirado da revista porkworld nº26 maio/junho de 2005, pág.27.<br /><br /><strong>Reprodução:</strong><br /><br />Acredita-se que o principal sinal do estro refere-se ao papel desempenhado pelo embrião, que no momento da implantação no útero (12º a 14º), secreta quantidades expressivas de um hormônio esteróide, o sulfato de estrona, apresentando na referida fase um pico de concentração. Representa assim, um fator luteotrófico (manutenção do corpo lúteo gestacional) impedindo que a prostaglandina possa atuar como fator luteolítico (lise do corpo lúteo gestacional) e, portanto, não havendo retorno regular do estro e sim prenhez. Níveis insuficientes de sulfato de estrona, devido a vários fatores conduzem ao retorno regular do estro.         <br /><br />Um segundo pico de concentração de sulfato de estrona ocorre ao redor do 18º a 21º dia de gestação, podendo haver também a repetição do estro devido a níveis insuficientes desse hormônio. Neste caso é considerado retorno irregular. É importante ressaltar, que nesta fase inicial de gestação há uma acentuada e dinâmica modificação do embrião nos diferentes estágios de seu desenvolvimento, o que caracteriza a fase como bastante crítica relacionada à manutenção da prenhez que é denominada fase embrionária.Artigo retirado da revista porkworld nº26, maio/junho de 2005, pg.31 Nutrição: O papel do Zn e do Cr no desempenho das porcas. Zinco, cromo, ferro, cobre, manganês e selênio estão entre os microelementos minerais identificados como importantes para a função imune normal e a resistência às doenças.         <br /><br />O zinco desempenha um papel vital em muitos aspectos do metabolismo da porca, como imunidade, metabolismo de proteínas e carboidratos, crescimento e reprodução. O zinco também é necessário para a produção de células epiteliais (pele) e endoteliais (trato intestinal, vasos sangüíneos revestimento da parede uterina).<br /><br />A administração de zinco (zinco complexado com aminoácido) às porcas resulta em um efeito benéfico tanto no desempenho da porca como no desempenho dos seus leitões. Mais informações sobre os benéficos do zinco e do cobre podem ser vistas no artigo da revista porkworld nº26, maio/junho de 2005, pag 58.

  Curiosidades na suinocultura!
02/08/2010
 
 
Manejo de Ambiente:

Segundo Le Divich (1989), a velocidade de crescimento dos suínos diminui de 10 a 40gr/dia com aumentos de temperatura entre 22 a 30ºC. J&aac...
 
     
     
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  Categoria: Agrotoxicos  

<p>O ambiente global tem sido bastante discutido ao longo dos últimos anos, movido principalmente pela problemática do aquecimento global e o aumento dos eventos climáticos extremos. Diversas tratativas internacionais têm sido realizadas na tentativa de se buscar uma solução que concilie os aspectos econômicos, sociais e ambientais, visando a criação de sistemas de produção sustentáveis.Nesse aspecto a redução da utilização de agrotóxicos e a destinação correta dos seus resíduos são vistos como ações ambientais proativas. Segundo dados do INPEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias) o Brasil retira do ambiente cerca de 80% das embalagens vazias de agrotóxicos e apresenta um crescimento médio anual, da retirada de embalagens vazias, de aproximadamente 15%.</p><p>O sistema de recolhimento de embalagens vazias de agrotóxico constitui-se em uma ferramenta muito importante no que diz respeito a diminuição do passivo ambiental da agricultura, entretanto tais procedimentos só se concretizam com a participação de todos os elos da cadeia, ou seja, industria, revendas e o produtor rural. Nesse sentido é fundamental a conscientização do agricultor da importância social, econômica e ambiental da devolução das embalagens vazias de agrotóxicos visando evitar ou diminuir a contaminação do solo e das águas. </p><p>Os agricultores devem buscar devolver as embalagens vazias de agrotóxico nas revendas onde as mesmas foram adquiridas, devendo o agricultor trazê-las tríplice-lavadas, perfuradas e em separado das tampas. Também podem ser devolvidas as embalagens não laváveis, como embalagens plásticas (ex. Roundup WG, Ally, Dimilin entre outros) e as embalagens contaminadas como, por exemplo, de produtos utilizados no tratamento de sementes. É importante salientar que as embalagens vazias de agrotóxicos devem ser devolvidas e não queimadas. <br />Eng. Agr. Rudinei L. Richter</p>

  Devolução de embalagens vazias de agrotóxicos: Uma contribuição ambiental!
12/06/2010
 
 

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  Categoria: Suínos  

Manejo de Ambiente:<br /><br />Segundo Le Divich (1989), a velocidade de crescimento dos suínos diminui de 10 a 40gr/dia com aumentos de temperatura entre 22 a 30ºC. Já Oliveira (1999), menciona que para cada 1ºC de aumento de temperatura ambiente entre 10 e 20ºC, corresponde a uma economia de 3,3 kg de alimento por suíno produzido. Atigo retirado da revista porkworld nº26 maio/junho de 2005, pág.27.<br /><br />Reprodução:<br /><br />Acredita-se que o principal sinal do estro refere-se ao papel desempenhado pelo embrião, que no momento da implantação no útero (12º a 14º), secreta quantidades expressivas de um hormônio esteróide, o sulfato de estrona, apresentando na referida fase um pico de concentração. Representa assim, um fator luteotrófico (manutenção do corpo lúteo gestacional) impedindo que a prostaglandina possa atuar como fator luteolítico (lise do corpo lúteo gestacional) e, portanto, não havendo retorno regular do estro e sim prenhez. Níveis insuficientes de sulfato de estrona, devido a vários fatores conduzem ao retorno regular do estro.        <br /><br />Um segundo pico de concentração de sulfato de estrona ocorre ao redor do 18º a 21º dia de gestação, podendo haver também a repetição do estro devido a níveis insuficientes desse hormônio. Neste caso é considerado retorno irregular. É importante ressaltar, que nesta fase inicial de gestação há uma acentuada e dinâmica modificação do embrião nos diferentes estágios de seu desenvolvimento, o que caracteriza a fase como bastante crítica relacionada à manutenção da prenhez que é denominada fase embrionária.Artigo retirado da revista porkworld nº26, maio/junho de 2005, pg.31 Nutrição: O papel do Zn e do Cr no desempenho das porcas. Zinco, cromo, ferro, cobre, manganês e selênio estão entre os microelementos minerais identificados como importantes para a função imune normal e a resistência às doenças.<br /><br />O zinco desempenha um papel vital em muitos aspectos do metabolismo da porca, como imunidade, metabolismo de proteínas e carboidratos, crescimento e reprodução. O zinco também é necessário para a produção de células epiteliais (pele) e endoteliais (trato intestinal, vasos sangüíneos revestimento da parede uterina).

  Genética, alimentação e produtividade de porcas
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